segunda-feira, 25 de maio de 2015

Filhas Pandas!


Sempre quero fazer bem tudo que faço! Isso é meu e dificilmente mudará. Eu aceito que há momentos que ainda não estou no nível que quero e me esforço para melhorar - mas no geral, quero fazer BEM!
Não é diferente no Cricket - jogo há pouco mais de dois anos e quero melhorar muito. Ainda sei que posso usar meu golfe para melhorar no batting, tenho que aprimorar meu bowling e sempre ser o melhor possível no fielding. Ainda tem muito trabalho e vamos lutando por isso.

E isso é o esporte! Mais ainda no esporte competitivo. Nada de anormal.

Após um ano jogando, fui capitã da equipe nos Nacionais. Na época fiquei um pouco surpresa, por era muito bruta e NADA sensível com nossas jogadoras. Eu achava que a dedicação que eu tinha no esporte individual, como o golfe, deveria ser o mínimo que todos deveriam fazer e cobrava o que eu não podia, de uma equipe iniciante - assim como eu ainda era no cricket.

Na hora que vi o furacão que eu era como capitã, notei o perigo em que estava de prejudicar uma equipe por MEUS problemas. Com o apelido de "Mãezona" tratei de me colocar no lugar de cada um e pensar no coletivo ao invés do individual. Comecei a olhar nas outras equipes, buscando exemplos de Capitania que me agradavam e foi fácil de ver que minha brutalidade não só trazia problemas, como me distanciava do time e isso era o oposto do que eu queria. Entendam, não sou princesinha e acho que nunca serei. Mas acho que hoje sou mais sensível do que era como capitã há um ano e estou aprendendo a me expressar da forma que desejo... Eu tinha que ser MÃE e dar o exemplo do que quero como time!!!

Então a dedicação que eu almejo como jogadora, tem que ser a mesma que devo colocar como Capitã. E vamos vendo mudanças aos poucos e deixa feliz ver que as nossas Pandas estão progredindo, como jogadoras de cricket e como pessoas. Nós conseguimos construir nossos alicerces e estamos passando a desenvolver nossa casa com respeito e dedicação. A cada wicket, cada catch, cada run out, ver o brilho nos olhos das minhas menininhas é o maior prazer do mundo! E quando o mundo delas desmorona, eu quero ser a primeira a dizer: "está tudo bem, o próximo melhora e vamos conseguir!!!"

Na premiação do Campeonato desse fim de semana, minha filhota Renatinha, me deu de presente uma caneca com nosso Mascote!!! Eu fraquejei das pernas! Eu sou dura com minhas menininhas e ter o reconhecimento delas é de emocionar! 

Minhas filhotinhas estão ali, crescendo e eu sou imensamente feliz por fazer parte desse momento com elas. 
Ainda não ganhamos os Nacionais, e ainda não me sinto como a capitã que eu quero ser. 
Mas vamos chegar lá! 
Promessa de Capitã!

domingo, 17 de maio de 2015

28° Aberto do Novo Poços de Caldas Golf Club

Chegou o fim de semana!

Seis meses após a mudança de clube para nova sede, iríamos realizar o primeiro Aberto no Serras Altas Golf Estate!
Eu escrevo com muita emoção hoje. Uma grande mistura: sinto falta do meu antigo campo de golfe! Sinto mesmo! Eu lembro frequentemente do meu campo antigo, do meu dog leg do buraco 1, do meu buraco 2 com green pequeno... de como era difícil conseguir dinheiro para manter 9 buracos com 50-60 sócios... de como cada Aberto era uma a salvação anual para pagar o 13° dos nosso fiéis funcionários... Éramos gladiadores no meio da selva de apaixonados pelo golfe.

Continuamos apaixonados pelo golfe. Mas de uma forma diferente. Hoje, não temos o aperto que tínhamos antes, não temos a grama batatais que nos apertava no approachs... não temos a sede que eu passei minha infância, não temos o barracão que nos mantinha 'parcialmente' aquecidos, onde o calor só vinha do fogo da paella do jantar. Hoje temos uma estrutura linda, que comporta 350 pessoas no quentinho do inverno, com bermuda de fairway a fairway e que logo será um grande campo - tenho certeza disso.

Enquanto jogava o Aberto, de vez em quando tinha o pensamento que eu não estava em casa... Eu sabia que estava, mas como uma das mais relutantes sobre a mudança de campos, ainda tenho meu coração dividido. Eu quero meu golfe no meu cantinho lindo da minha infância.

Sonho impossível, sei. Até porque nosso campo hoje tem mato com mais de um metro de altura..

Mas eu ainda vou me apaixonar pelo campo novo. Eu ainda vou querer levantar de manhã para quebrar 80-76-74, com frio de 5-6° C... Eu ainda vou querer isso com a mesma vontade que tinha antes.

Eu sei que vou.

Não tive um resultado bom no campeonato - e eu não posso me cobrar por isso. Eu não tenho feito por merecer nos treinos. Antes de quarta-feira, não tocava em um taco há 40 dias. Ou não tocava por tempo, ou por falta de ânimo! Mas independente da razão, eu não fiz por merecer... Se levasse algum prêmio, seria por mérito do erros de outros, não meu - o que eu não acho justo. Eu tenho que levar um campeonato por jogar melhor!

Sou amante do golfe. Não vou desistir nunca.

O Aberto foi lindo. A sede é linda! Os amigos são maravilhosos...

Mas sinto falta do meu cantinho de batatais com greens pequenos...
Ai, isso ninguém tira de mim...


Buraco 4 - PCGC 1985 a 2014

segunda-feira, 16 de março de 2015

XXI Aberto de Avaré - versão pós Puran!


Chegara a hora...
Na última sexta-feira viajei para meu primeiro Aberto desde setembro/2014 - (Virando os Números) e estava ansiosa  para o XXI Aberto do Avaré - não sabia se ia ter preparo físico para jogar 36 buracos no fim de semana, mas estava determinada a tentar! Meu grupo era fantástico, com parceiras que vão além da competitividade do fim de semana - realmente torcemos umas pelas outras e gostamos de jogar - então era o lugar perfeito para a volta. 

A recepção dos amigos foi linda - muitos abraços, muitas lindas energias! Como é bom estar com os amigos e realmente senti saudades do clima dos torneios do interior. O golfe une as pessoas de uma forma que não sinto em nenhum outro esporte - talvez pelo desafio interno com o campo, que acaba desenvolvendo uma cumplicidade que só os golfistas entendem, e acaba criando esse elo "espiritual" :) 

Com relação ao jogo, não bati bem no primeiro dia, acho que nem pelo cansaço, mas pela falta do ritmo de jogo. No geral, saí satisfeita por ter completado 9 buracos de treino na sexta e 18 buracos no sábado, com batidas boas e erros que poderiam ser evitados, mas não tão graves... O que mais poderia exigir?

Foi difícil acordar no domingo - muitas dores nas pernas e tempo quente. Nos primeiros nove buracos joguei bem algumas tacadas, estourei em um par 4 curto, mas estava feliz com o putter. Achei que a dificuldade da volta aos campeonatos é manter a concentração por 4 horas de jogo - os pensamentos vão para todos os lados, menos para o swing que você deve fazer naquela tacada!!! No lado positivo, achei que estava bem fisicamente para acabar de jogar e decidi não forçar, somente jogar os últimos 9 buracos focando no jogo mental e se possível, buscando um bom resultado. 

Pois é - FUNCIONOU! O putter entrou, os erros diminuíram e consegui acabar com um bogey, um birdie e sete pares: 36 nos últimos 9 e uma volta final de 80!
Saí do campo tão extasiada que não acreditava. Meu joelho estava quente de tão cansado, mas eu nem queria senti-lo: eu consegui jogar como estava jogando no ano passado. A cabeça entrou no lugar e o corpo respondeu: quer felicidade maior que essa?

Emoção não descreve meu fim de semana! Sem querer, na entrega de prêmios, a emoção contaminou e não segurei - chorei...

Estou de volta à Poços, ainda dolorida, cansada e sentindo poucas tonturas... mas imensamente feliz! 


Estamos de volta aos campos... devagar, mas estamos!

quarta-feira, 11 de março de 2015

Dois passos pra frente, um pra trás...

Desde que comecei a jornada pós-tireoidectomia sabia que ia passar por algumas alterações corporais. E vim me preparando fisicamente e mentalmente para isso - além de ter consultado outras pessoas que passaram pelo mesmo, lido bastante sobre o tema e mais importante, fui analisando e entendendo essas alterações com muito respeito! Aliás, é meu corpo, meu templo!

Depois de ter conseguido jogar dois dias seguidos de golfe (por dois fins de semana) e feitos alguns treinos, achei que estava 100%! Apesar das dores, conseguia balancear o golfe do fim de semana, com o cricket e aeróbicos do meio da semana - o peso estava voltando ao normal e o ritmo também! Perfeito!

Então segui ao campo, feliz da vida esse sábado! Mas como um tiro no pé, joguei 9 buracos apenas, sofridos fisicamente e continuei mais 5 com golf cart - não deu! Parei, descansei. Não consegui no domingo novamente. O corpo pedia e não pude puxar além...

Poxa, depois de 5 meses fora dos campeonatos de golfe, finalmente havia feito a inscrição para o primeiro Aberto do ano e na semana prévia dou uns bons passos para trás na minha condição física!? Murphy, procure outro ser para atrapalhar!!!!

Após passar por três médicos em três dias, alguns litros de soro, muitas furadas de veia e Dorflex e um corpo bem inchado decidi: não vou abandonar o Aberto! Posso jogar 36 buracos, ou 27, ou 18... mas se tem uma coisa que me ajudou muito em toda a recuperação foram meus amigos e o esporte. E se for para estar "mal" que seja ao lado das pessoas que me desejaram tão bem durante todo o processo! Estou com saudades das minhas parceiras de jogo, dos meus amigos do buraco 19, da energia deliciosa que é um Aberto e quero mais que nunca prestigiar o campo de Avaré... Foi lá que consegui minha primeira vitória e se o corpo não me deixar jogar, ainda estarei lá!


Vamos que vamos! Buscando os dois passos pra frente, e se por acaso der um pra trás, aproveite para admirar novamente a paisagem e agradecer a oportunidade! Vai melhorar ;)

Força, foco e fé!


domingo, 22 de fevereiro de 2015

36 buracos!!!



Esse fim de semana foi decisivo.


Há mais ou menos um mês tenho tentado jogar 18 buracos no campo novo do PCGC (Serras Altas Golf Estate), que tem muito mais subidas e descidas e uma dificuldade física bem maior que nosso antigo plano campo. É fácil notar pela quantidade de carts que agora temos diariamente e como jogar golfe em menos de 4 horas tem sido "Momento Ostentação" no famoso Buraco 19.


Eu comecei os treinos aos poucos em janeiro, com 50 bolinhas por fim de semana. Pode parecer pouco, mas quando estava sem hormônios essas bolinhas eram intermináveis - parecia que havia corrido uma maratona! No início de fevereiro passei a tentar jogar 9 buracos - às vezes conseguia, às vezes não. Consegui jogar minhas primeiras rodadas com carts, depois aos poucos jogando com carrinho elétrico. No Carnaval, tentei jogar na segunda e terça, mas o que consegui foi uma rodada no primeiro dia e um bom cochilo no confortável sofá da sede no segundo dia: só! Mas esse fim de semana, depois de várias tentativas consegui: JOGUEI DOIS DIAS SEGUIDOS! Sem carts, sem frescura e com muito cansaço: 36 buracos em dois dias! Yeay! E melhor - consegui jogar handicap hoje! :)


Poderia dizer que me sinto mais tranquila - mas não vou mentir. Estou morrendo!!!

Não sinto meus pés, tenho dores nos braços e MEU DEUS, o que aconteceu com a minha panturrilha???? É possível uma panturrilha queimar assim? Nem é dor do dia seguinte ainda!!!!

Amanhã será um dia dolorido - mas tenho certeza que isso vai passar e em breve poderei comemorar que joguei 54 buracos em 3 dias.... Ah, vida normal, seja bem vinda!!!




sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O começo do retorno!


Acordei determinada hoje: VOU TENTAR JOGAR 9 BURACOS!

Ontem mal conseguia manter minha ansiedade antes de dormir - passei pela iodoterapia há quase duas semanas e comecei a tomar hormônios há dez dias e venho sentindo mais disposição e indícios que talvez seja o começo de uma vida "mais" normal de novo...


Não foram mil maravilhas após a iodo - apesar da internação ter sido muito tranquila e relaxante, o corpo não reagiu bem à algum fator desconhecido. Então durante mais de uma semana, tive ânsias, estômago complicadíssimo, dores sem sentido, ausência completa de paladar, mas que no fundo eu sabia que pacientemente deveria esperar. Hoje sinto que elas estão passando e o num futuro próximo estarei 100% isenta desses (d)efeitos!


O retorno do golfe pra mim é um fator que vai além da prática esportiva - o golfe é parte da minha filosofia de vida! Comecei a jogar golfe desde criança, minha mãe foi (e é) uma grande jogadora na minha concepção e meu pai sempre esteve nos campos. Por sorte, tive a chance de ter pais jogadores e um clube que cresceu com um grupo de crianças que gostavam do esporte. Quando adolescente, saia da escola, pegava dois ônibus da minha casa até o clube, andava mais de quilômetro com meu irmão para bater bolinhas e ter aulas. E fazia todo o trajeto de volta, feliz! Durante anos isso foi normal para nós - íamos para torneios porque algum pai bancava transporte e tinha muito boa vontade: chegávamos de Combi (famoso expresso azulão), de carro emprestado, com uniformes que alguém havia pago, com aulas que o clube absorvia. Tínhamos torneios infantis porque os dirigentes do clube e pais da crianças cediam o espaço, compravam juntos os troféus, incentivavam muito. E isso sempre fez com que valorizássemos a experiência de uma forma distinta. Não estávamos no golfe de graça ou porque tínhamos condições financeiras pra isso - era oportunidade única e lutávamos por isso.

Tanto que tivemos que nos afastar após algum tempo. Com a realidade que as finanças não eram suficiente para manter o esporte, a necessidade da dedicação nos estudos para a faculdade, me afastei do esporte que mais amava e fui correr atrás do que era necessário naquele momento. Sabia que um dia voltaria...

Porém, por ser golfista (não acredito em ex-golfistas!!), consegui o contato para meu primeiro emprego no Brasil, conheci o meu marido, aprendi lições que talvez demorasse anos para ter e hoje tenho um convívio social privilegiado com amigos e minha família, que também voltou ao golfe depois de anos fora do esporte! E além disso, tenho a feliz oportunidade de trabalhar nesse meio para passar essa mensagem do esporte para outras pessoas.


Depois de alguns meses em tratamento, acho que agora é o momento de tentar enfrentar o campo novamente. Acho que vai ser o melhor incentivo do mundo e minha maior terapia. Não consigo ver minha pessoa sem ver o golfe e com certeza isso vai me incentivar a buscar a melhor condição física e mental. Vai me dar força, como sempre deu.


Não há mal que perdure, nem Bem que pra sempre dure. Que venham os campos, mesmo que somente 9 buracos, novamente! ;) ;)

sábado, 3 de janeiro de 2015

Semana 52 e... 2015!

Processo de recuperação! Estamos chegando ao final... e rápido. E com muita paciência!


Mês de Dezembro não foi fácil - realizei a PCI, que é uma inspeção de corpo inteiro para identificar quaisquer resíduos de células de tireoide pelo corpo. Quinze dias antes do exame temos que tirar o iodo da nossa dieta alimentar para poder ter todo o material radioativo absorvido e ter um exame mais eficaz! Pensei: fácil - controle alimentar é comigo mesmo! E realmente foi tranquilo... Me alimentei com muitas frutas, muita pipoca, gelatina, leite em pó e retirei qualquer produto integral, queijo, chocolate, ovos, soja, ou sal! Industrializados então, NEM PENSAR! Apesar de tudo, consegui passar pela dieta, com poucos momentos de fraqueza corporal e ainda sem me sentir muito afetada pela falta de hormônios. Estava relativamente bem e forte. Mais ainda estava sem esportes e NADA de golfe...
Com o passar da PCI, comecei a me alimentar de forma mais normal e tentei voltar às atividades físicas. Fiz algumas aulas aeróbicas, comecei as caminhadas recentemente (em passos lentos mas aumentando o tempo de exercício) e estou no meu terceiro dia de práticas de swing no driving range. Até aí, parece tudo muito bem. Não?!

Não!

Desde da última vez que estive no endócrino, meu hipotireoidismo piorou muito. Não tenho forças ou energia para trabalho, concentração é mínima, inchei muito. Meu sistema digestivo parece não funcionar, há dores para mastigar, tenho dificuldade para digitar um longo e-mail e esqueço de TUDO que tenho que fazer mas não escrevo - até tenho falado devagar! Para quem mandava mensagens enquanto falava ao telefone e levava os cachorros para passear antes de sair para uma rodada de 18 buracos de golfe às 7.30 da manhã, isso exige MUITA paciência! Para levantar antes das 10 da manhã nessa ultima semana, tenho que praticamente ser obrigada a fazer algo - há dias que não levanto (como ontem...).

Então me sinto em um HA - Hipotireoidicos Anônimos: um dia de cada vez! Faço algumas metas diárias e tento seguir, como: focar nas atividades profissionais, manter a empresa funcionando, fazer algum tipo de atividade física e sempre manter o humor! Se eu conseguir fazer isso todos os dias, essa passagem será fácil... Hoje, realisticamente, faço 50% disso. Minha iodoterapia está marcada para o dia 19/01 e devo começar a tomar hormônios no dia 21/01 - e aguardo ansiosamente essa data!!!! :)

Ainda analiso todo o momento como positivo, porque nessa passagem sem hormônios, há dois tipos de temperamentos mais prováveis: o calmo/bem humorado e o depressivo/ansioso. Me mantive durante 98% do tempo no calmo/bem humorado, então tem sido okay, apesar de todo desânimo, todos os reflexos diminuídos, todos os quilos engordados e a falta de sociabilidade - mantendo a mente no lugar certo! Um dia de cada vez... Para quem achava que isso de hipotireoidismo era um pouco de manha - talvez um pouco exagerado por aqueles que sofriam de tal - estou pagando minha língua! Hoje tenho certeza que é sério - e para todos aqueles que retiraram a tireoide ou tem a hipo DEVEM SIM manter o uso dos hormônios sintéticos e ter um controle forte dos exames para assegurar dosagem correta. Isso é qualidade de vida!

Amanhã é domingo - começo novamente da dieta sem iodo por mais 15 dias e vamos tentar bater mais 50 bolinhas no driving range! H.A. na atividade e mais um passinho para o final do tratamento....


Vamos que vamos! 2015 vai ser melhor....