segunda-feira, 6 de março de 2017

Sorte

Sorte.

Na adolescência, li que sorte era uma mistura de oportunidade e competência. A oportunidade de algo dar certo está ali - você tem que ter competência de aproveitar a oportunidade. Às vezes a competência é consciente, às vezes não...

Por exemplo: ganhar na mega sena é sorte. Mas a oportunidade de ganhar alguns milhões está ali. O ganhador teve a competência de ir na loteria, pagar alguns reais e escolher números... (ignorem o fato que a mega sena pode ser uma mega fraude!)

No esporte, a oportunidade de jogar bem esta ali! Com o treino vc aumenta a sua competência. Aumenta as chances de tudo dar certo na hora que vc precisa. 

Com 31 anos, trabalhos, família, golfe e cricket não é fácil manter tudo equilibrado. Não sou mais a adolescente que leu sobre a sorte... então cada oportunidade de aumentar minha competência será utilizada.

Você define suas prioridades e corre atrás de meios para segui-las...

E a frase dita por Bobby Jones, que ficou famosa quando repetida por Tiger Woods que diz: "quanto mais eu treino, mas sorte eu tenho" é meu mantra.

E que lideremos por exemplo

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

White Ribbon Cup - Ladies Community Cricket in AUS

This will be my first English post - I will translate it in Portuguese eventually, but it will be in English first to share with some very nice people from Australia. 

I arrived in Australia to work on end of January and my intentions could not be clearer: I want to understand the cricket life in Australia, the organizations behind it and how the game is played outside the big scenarios - how do Australians play cricket? And how can we use that to improve cricket in Brazil?


Before my arrival, I was pretty excited and very quickly I realized that Australians are doing something right. I could see women playing sports everywhere. Either cricket or football, golf or netball: women are just playing sports! And not only playing, they are being broadcasted too: I watched AFL, LPGAsports campaign for Netball with women, female empowerment is a trend - just check this Rebel campaign here! :) 

White Ribbon Cricket Cup :)
I had the pleasure to play for the Fairfield Cricket Club during my stay in Australia. These girls are great - they are playing community cricket for their second season and having a lot of fun in the game. Also, I could quickly find one thing out: community cricket is about inclusion and participation! New players meet experienced players and help each other out the best way they can. And together we played the White Ribbon Cup, on Sunday, that was organized by Northern MetroCricket Association, in awareness of domestic violence.

With Loraine Ireland and Lenore Smith
This was a different scenario than my first T30 with Fairfield in the previous week. In the White Ribbon Cup, we would play three T10s against the Division 1 teams. Both divisions were named after people who helped cricket in the region. So Division 1 was name after Loraine Ireland (board member for over 15 years) and Division 2 named by Lenore Smith (board member for over 7 years)!  

But what I was surprised about was that we had ELEVEN teams playing on a rainy and cold Sunday morning - it was almost 150 ladies! In the previous edition, the Cup had 4 teams and 45 women. We had young teenagers playing with ladies over 50 and beautiful colourful uniforms everywhere... 

During the day, all teams helped to supply the morning tea and lunch for the players and the ground, Keon Park, helped with volunteers for the organization. The ambient was just like community cricket should be: fun, respectful and friendly! Games were modified to be quick and pleasant too – shorter boundaries, extras were played differently and umpires would dictate the rules and also give beginners some tips. Why not!?

Lunch preentation for players! Not even half of them are there
I was very happy. To see everyone coming together and supporting each other in a sport they love. Made me believe that female sports are really changing into something stronger - and not only in kids and junior participation, but also with ladies that are decision makers in their homes, that are moms and want to make sure they are inspiring the person next door.  

It is just a first or second step still - in cricket, ladies are still only semi-professionals, pay is different from men's, acessibility to training grounds could be harder... but things are moving in the right direction. 

Definelty going to take some ideas back to Brazil. 

Very proud fan of Autralian females writes here! Go, girls!!

Finalists from Division one after the game! 






domingo, 29 de janeiro de 2017

Eles estão fazendo algo muito certo....

Estou há menos de 24 horas na Austrália.
E estou espantada esportivamente!

E já vi três campeonatos diferentes de golfe na TV, dois profissionais e um amador, acompanhei dois jogos de cricket, já vi comerciais de rugby e netball (nem sequer conhecia o esporte) - mas isso era esperado. Já vi tênis e basquete - também esperado. A diversidade esportiva eu já sabia que era real aqui na Australia. 

Também fui à um driving range durante à tarde - passei duas horas com meus tacos entre ferros, approachs e putters. Estava lotado. Okay - era esperado. A maioria dos jogadores eram homens. Okay - também esperado. Mas o que me chamou a atenção foi:

1. haviam vários casais, Mas a namorada/esposa/amiga não estava assistindo o namorado/marido/amigo. Elas estavam na baia ao lado, com um taco na mão, batendo bolinhas enquanto o outro também treinava. Erravam, acertavam, ficavam felicíssimas quando acertavam boas tacadas. E tudo isso incentivadas pelo parceiro. 
Eu já passei por dezenas de clubes de golfe, já devo ter batido milhares de bolas na minha vida: essa cena me chamou atenção porque eu nunca vi a mulher ser incentivada dessa forma - por todos! Não foi um caso isolado ou uma atleta raçuda buscando resultados de alto rendimento... 

2. havia também mulheres super iniciantes. Sozinhas. Sem preocupação com o dress code ou foco no swing perfeito. Estavam ali, num domingo ensolarado, por simplesmente ter vontade de bater drivers! Às vezes até com uma cervejinha. E isso parecia natural... 

3. Eu estava ali super concentrada tentando corrigir um erro de backswing. E além dos casais, mulheres treinando, havia alguns grupos de amigos. Pareciam ser handicap 18+, jovens, de regata e shorts esportivos. Eles estavam ali, batendo bola, apostando em approachs, conversando e... se divertindo! Não eram jogadores de alto rendimento. Possivelmente não são jogadores de todo fim de semana. Me pareciam jovens que tiraram a tarde de domingo para bater bolas...

E falando em se divertir fazendo approachs: a área de treino de putters era impecável. Mas quase vazia - a não ser por mim e uma criança que parecia estar esperando o pai acabar de bater o balde na baia do driving range. Mas ao lado do super green impecável de putters, estava o green de chips/approachs e estava LOTADO. 
Quando cheguei para treinar nesse green lotado, notei que os buracos eram enormes e deviam ter uns 30 cm de diâmetro! E ai se explicou porque tínhamos vários grupos ali brincando e sorrindo - embocar era fácil! Porque não deveria ser? Porque aquilo não podia ser super divertido?

O interessante nos programas assistidos pela manhã foi que um campeonato de golfe era do LPGA, um jogo de cricket era feminino e o comercial de netball não só era da equipe feminina, como falava "Rethink Role Models" em um momento de empoderamento massivo à atleta mulher. E ainda escrevo esse texto enquanto assisto profissionais dando um dia de clínica para mulheres de todas as idades e handicaps em um campo qualquer, parece ter umas 30 mulheres na clínica...

Então o que foi possível notar claramente:
- A mulher atleta aqui tem uma força incrível!
- O acesso aos esportes acontece na infância - se uma pessoa conhece o esporte enquanto jovem, maior a chance de ser um fã durante a vida.
- O esporte é acessível e é divertido! E é principalmente social! 

Como o esporte é feito para ter uma participação muito grande em todas as faixas etárias, a probabilidade de ter jogadores sociais é maior. Com maior quantidade de jogadores sociais, maior o número de jogadores de alto rendimento. Não porque a efetividade de tornar um conhecido do esporte em jogador de alto rendimento seja maior aqui - mas eu acredito que seja baseado em porcentagem. Se 100 pessoas conhecem o golfe, 20 viram jogadores, 5 viram jogadores competitivos, imagina se passam 10.000 pelo mesmo processo (desde que haja um caminho de desenvolvimento claro para o iniciante - o famoso pathway).  

E ainda temos um incentivador externo aqui: temos ídolos atletas australianos de diferentes gerações e esportes. Vi o Jason Day hoje em banners, vi o tubarão do Greg Norman espalhado por ai... 

Acho que a combinação de exposição ao esporte na faixa etária correta com o empoderamento da mulher no esporte e a facilidade de praticar esportes de forma divertida traz sim resultados. Com certeza um trabalho que deve ser feito de médio à longo prazo. E bato sempre na tecla da força da mulher no desenvolvimento do esporte pelo fato de acreditar que esse é um pilar para o crescimento. Quando a mãe é atleta, os filhos tem muito mais chances de ser - mesmo que em outro esporte. 

E o importante é praticar o esporte - independente de qual seja. 

Eu tenho um mês de trabalho aqui. Se conseguir entender mais sobre como os Australianos conseguem manter tudo isso vivo aqui, já voltarei pra casa mais contente.

E pra acabar: repense seus modelos de vida!










  

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

E aí, 2016??????

Não tem como chegar em dezembro e não olhar pra trás. Analisar o que tivemos e mudamos de janeiro até agora. Ow ano porreta, 2016!

Foi um ano de definir prioridades e correr atrás delas. Foi maluco! Quase MUITO maluco! Manter o trabalho em dia, a empresa e os extras, manter a vida social com a família e amigos, manter a parte física e nutricional, manter os treinos, a faculdade e ainda manter o marido feliz enquanto eu passava mais de 13 semanas viajando para jogar, mais 12 semanas viajando para trabalhar... em alguns momentos eu queria que o mundo parasse pra descer! 

Eu consegui jogar o ranking nacional no golfe. E tive momentos muito bons - boas amizades, bons jogos, conheci campos lindos e vivi tacadas que nem sabia que era capaz. Era um aprendizado e foi mais que eu esperava. Mas também tive momentos muito ruins nesse processo - ruins tecnicamente, ruins mentalmente. 
Jogar campeonatos diferentes com jogadoras mais experientes me deu um gatilho para querer melhorar meu jogo - e melhorar em pontos base de jogo. Não me adianta em nada jogar desde juvenil: eu ainda não sou tecnicamente tão forte quanto as outras jogadoras. Tempo de jogo não faz qualidade. Isso é algo que sempre foi claro pra mim, mas também foi visível que é possível melhorar com o esforço certo. 
Então estou treinando em aspectos que posso dentro da minha rotina para melhorar em 2017. Não porquê eu tenho intenção de ser uma jogadora do LPGA - isso é óbvio - mas porque eu quero ser uma jogadora melhor que sou hoje. Quero conhecer o meu melhor e o poder aplicar isso em campos maravilhosos enquanto for possível - é minha paixão!!!

Na minha segunda paixão, o cricket, foi um ano MUITO BOM. Eu joguei meu terceiro Sul Americano de Cricket. Joguei meu quarto ano após conhecer o esporte. Foi fantástico tecnicamente e mentalmente. Foi difícil como capitã das Pandas e vice capitã do Brasil. Mas positivo demais no geral. E vou começar 2017 com o pé no acelerador pra continuar ascendendo e buscando novos objetivos. Quero inspirar jogadoras, quero melhorar minha técnica, quero jogar e vencer minhas barreiras... Conhecer um esporte que se tornou tão importante foi uma benção pra mim. Me rejuvenesceu, me deu amizades, me desafiou de formas que nem imaginava - o cricket trouxe o coletivo pro meu individual - QUE BOM!



E um dos motivos pelo qual consegui manter essa rotina DOIDA foi pelo apoio de pessoas fantásticas! Primeiramente, o Stúdio Ação. Uma parceria que começou com a Liz e Thelma em 2015 e continuou com o Bruno no meio desse ano até hoje. É um trabalho fantástico que permitiu que eu tivesse CORPO para jogar, viajar, treinar e continuar nesse ciclo por todo ano. Sou muito agradecida pelo espaço e por serem tão fantásticos durante todo esse tempo. MUITO OBRIGADA!!!
Em segundo, a Via Natural e Clínica Salute Nutrição, por me ajudarem com a dieta adequada, com produtos e suplementação ótimos, sopas intermináveis que viraram até emoticon na minha casa!!!! OBRIGADA DEMAIS :) 

Eu queria concluir meus objetivos. E conclui - mesmo que com muitos pontos a melhorar na parte esportiva e muitos também no mundo pessoal. Somos seres de aprendizagem.

Que 2017 venha cheio de vontade! A equipe está crescendo e vamos aprendendo todos os dias um pouquinho mais... 

Que seja lindo! E SERÁ!






quinta-feira, 3 de novembro de 2016

WSAC 7 - Campeonato Sul Americano de Cricket Feminino

Foi um ano de treinamentos.
Eu sabia muito bem o porquê.
Ano passado eu fui a 2a melhor jogadora do Campeonato Sul Americano, no Chile. Era uma realização fantástica para quem estava jogando somente o seu segundo campeonato internacional. Eu estava feliz! Super! Mas eu sabia que não era somente isso que eu queria.
Eu estava determinada e queria mais. Eu queria saber e provar que aquilo não era fator sorte - que eu realmente poderia ser uma boa jogadora nesse tal jogo de cricket.

Foi um ano.

De treinos todas as terças e quartas. De assistir jogos de pessoas experientes. De acordar mentalizando jogadas e pensando na técnica correta. Foi um ano fazendo que 15 minutos de treino no taco fossem de melhorias e técnicas adequadas. E que cada 15 minutos serviriam como base para planos melhores. E cada hora de bowling fosse para evitar um wide, pelo menos. 
E nesse ano vieram bons wickets, vieram bons catches, veio a preparação física para aguentar séries pesadas de treinos, jogos e trabalho. Veio planejamento da dieta para melhorar o rendimento. 

Eu não queria ser mais uma jogadora na Seleção Brasileira. Eu queria ser uma jogadora importante da Seleção. Eu queria ajudar meu time a ser Bicampeão e isso aconteceria por dois motivos: 1. melhorando o meu jogo e 2. melhorando a confiança das minhas jogadoras. E assim foi durante os últimos 12 meses em Poços de Caldas. 

Eu cheguei em Itaguaí focada. Não estava ansiosa. Estava focada. Cheguei com minha melhor preparação física, gracas ao Studio Ação, graças à Clinica Salute e graças ao apoio da Via Natural!  

E depois de mais um ano de treino, no Sul Americano, vi que estava mais confiante. Vi que meus arremessos traziam mais ameaça e que eu era mais constante no taco. Não era a jogadora que fazia 100 pontos, mas era a jogadora que conseguia se manter jogando. E consegui fazer 50 pontos. Estou feliz com isso.

A equipe também estava melhor. Estava com garra e mais forte tecnicamente. Não dependia somente de poucas jogadoras. A Seleção era mais forte no geral - mesmo que os bastidores fossem mais fracos.

E nesse campeonato veio o almejado sonho. Veio o emocionante Bicampeonato. Veio primeiro 6, na final. Veio o primeiro reverse shot, contra o Peru. Veio o prêmio de melhor arremessadora. Mas o mais inesperado: veio o prêmio de Melhor Jogadora do Campeonato. O prêmio que ano passado parecia ser sorte. 

Mas como sempre roubo a frase e continuo usando: quanto mais treino, mais sorte eu tenho!

Eu não vou parar de treinar. Quero que os sonhos sejam mais altos. Quero continuar a crescer como jogadora e como parte da equipe. E quero que meu time venha comigo. Quero poder inspirar pessoas - mas mostrando que nada vem de graça.
Vem de esforço.
Vem de luta.
Vem de concentração e garra.

Sonhe.
Treine.
Nutra-se.
Durma.
Conquiste.

E no meio do caminho lembre-se sempre: tenha humildade.

O resto é pura consequência.

Que venha 2017.


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

IV Campeonato Nacional de Cricket Feminino

E pela quarta vez, recebemos a equipe de Brasilia, Brasilia Cricket Ladies, para o Campeonato Nacional de Cricket Feminino, em Poços de Caldas.


Equipe Pandas 2016

Eu tenho emoções mistas nesse campeonato: eu queria muito ter ganho os três jogos. Não deu. Mas eu não consegui ficar triste, porque eu vi algo acontecer na minha frente: vi um desenvolvimento, um comprometimento que se alguém me falasse que aconteceria há alguns meses, que talvez eu não teria acreditado.  

Vi meninas que conheceram o cricket há menos de um ano jogando como guerreiras. Vi atletas que não entendiam técnicas na primeira fase que treinaram duro e superaram expectativas nessa segunda etapa. Vi jogadoras desmoronarem e se redimirem com sucesso. Vi meninas virarem mulheres de garra. Vi catches, wickets, burpees e lágrimas. Lágrimas de felicidade, lágrimas de dor e lágrimas de emoção. Vi nossa primeira vitória como equipe depois de restruturar o time.

O orgulho que eu tenho dentro de mim de ver cada jogadora crescendo e jogando cada vez melhor, não me cabe dentro do peito! E eu nunca achei que fosse me sentir assim como capitã. Vocês fazem meu dia mais lindo e minhas lutas mais fáceis!! 

Eu quero agradecer a todas vocês: Renatinha, Gabi, Lara, Gabi Otta, Polly, Dela, Lindsay, Julia, Nath, Mozão, Cris, Lari - vocês fazem com que eu tenha vontade e determinação de treinar e aprender cada vez mais! Para ser uma melhor Capitã e levar todas nós para o próximo nível! E não posso esquecer de agradecer ao Matt e o Richard, que me incentivam e guiam (mesmo quando eu não quero escutar)! :)

Sei que treino traz resultados. E é nisso que nós, Pandas,vamos trabalhar em conjunto daqui em diante - treino técnico, físico e mental. 
E funciona. Porque eu estou vencendo minhas barreiras - e quem me conhece sabe que eu quero ainda mais!

Bati na trave ano passado no WSAC, mas esse ano posso falar: Melhor Jogadora e Melhor Arremessadora da Segunda Etapa do Campeonato Nacional de Cricket Feminino! E só quem está perto viu todas as lutas que tive para obter esses resultados. 

Mas só consegui porque foi com vocês, Pandas! Então, meu muito obrigada!

Não é fácil. Mas se fosse, qual seria a graça? 





terça-feira, 13 de setembro de 2016

29° Aberto de Poços de Caldas

Finalmente:
Depois de 4 Vice Campeonatos
Depois de uma 3a colocação
Depois de ter voltas iniciais no campeonato onde parecia que a bola era quadrada
Depois de treinos físicos incansáveis para aumentar rendimento
Depois de reeducação alimentar e suplementação esportiva
Depois de esquecer e tomar hormônios 
Depois de treinar o psicológico para aguentar o que fosse necessário
Depois de ter humildade para aprender que driver não é necessário. Estratégia sim. 
Depois de bater um ferro 9 de 120 jardas para o birdie no último buraco.

Posso dizer que:
Eu não cansei
Não desisti
Não me entreguei.

CAMPEÃ DO 29° ABERTO DO POÇOS DE CALDAS GOLF CLUB! 



Agradecimento enorme à Studio Ação, que me apoia e me prepara fisicamente desde o último Aberto de Poços, à Via Natural, que com muito carinho apoia minha alimentação saudável e mantém o humor a 1000 e a Clinica Salute que há um ano mudou minha vida com a dieta adequada pros meus esportes e minha saúde! Obrigada de coração à todos vocês!

Os scores irão melhorar... tenho certeza disso! Cada passo de uma vez! :) :)